[PRIMAVERA EDITORIAL] Destaque de Março: 31 Profissão Solteira

Olá, seus lindos!


A nossa editora parceira, Primavera Editorial, elegeu como destaque deste mês o livro "31 Profissão Solteira". Acredito que nada mais justo, uma vez que estamos no mês dedicado à mulher, não é mesmo?!

Antes de sabermos um pouco mais sobre o livro, vamos conhecer a autora por trás da obra.


Claudia Aldana Salinas (1975) é jornalista formada em ciências políticas. Após atuar em várias mídias impressas, foi contratada pelo jornal El Mercurio em 2000 para trabalhar no suplemento Zona de Contacto, por meio do ateliê literário ministrado pelo escritor Sérgio Gómez, no qual foi colaboradora por dois anos.
Em junho de 2002 escreveu pela primeira vez na Revista YA, dando origem à coluna “Trinta e Um”, e criando assim a bem-sucedida personagem Consuelo Aldunate. Por esse trabalho Claudia recebeu uma menção honrosa no “Prêmio de Excelência Jornalística”, concedido pela Universidade Alberto Hurtado em 2003. No mesmo ano publicou o seu primeiro romance Happy Hour, com grande sucesso de venda.

Agora sim o tão esperado livro.

Consuelo Aldunate parece ter tudo o que uma mulher quer: independência financeira, um bom grupo de amigos, um trabalho divertido, um guarda-roupa invejável e um apartamento top. Mas Consuelo quer uma coisa que para muitas mulheres pode soar básico. Um acessório
difícil de conseguir, embora pareça estar em toda parte: um homem.
Exigente, ela não quer qualquer homem; quer um próprio, privatizado e que possa
mostrar a todos. Por isso arregaça as mangas e sai à procura de um namorado por todos os lugares onde possa haver homens interessantes e disponíveis. Nessa busca, entre drinques e encontros insólitos, a anti-heroina vai descobrindo que é difícil deixar de ser
solteira. Com humor inteligente, a personagem mostra que por mais que esteja na moda ser single, há momentos em que daria tudo para ter alguém esperando por ela em casa.

Gênero: Chick-Lit
Páginas: 295
ISBN: 9788561977016

Cheio de humor, 31 Profissão Solteira tem tudo para tornar seus dias muito mais divertidos. 
Por isso, corre, clique aqui e garanta o seu.

Beijos Literários!



[YOUNG EDITORIAL] Pré-venda "Vinci"

Olá, seus lindos!

Hoje, venho apresentar a vocês mais um livro lindo da nossa editora parceira, Young Editorial
Antes de chegar no livro, vamos conhecer um pouco sobre a autora. 

Jaqueline Cristina
Nascida e criada na cidade de Conchal, interior de São Paulo, em 01 de Fevereiro de 1989. Jaqueline buscou incluir, mais um de seus hobbies em um livro, o desenho. 
Casada com Luiz Alberto, ama desenhar tanto quanto escrever e criar novas histórias, hábitos que aprendeu a desenvolver desde criança. Estuda Letras na Universidade Anhembi Morumbi, ilustradora, escritora, esposa, filha, neta e tudo mais que a vida permitir.

O LIVRO

Vinci é uma coletânea de contos dos mais variados, com o objetivo de nos fazer refletir um pouco e, quem sabe, nos emocionar. 

Vinci... Um livro para ler, suspirar, interagir e se encantar. Em cada página uma história para rir, se emocionar, refletir. Seu caderno, sua agenda, seu livro sobre vida, amor, sobre você! Impossível ressistir ao encanto de Vinci.

"Superar um obstáculo não é vencer o medo, é aliar-se a ele em busca de coragem!"
- J.C.

Gênero: Contos
Páginas: 80
ISBN: 9788556950055

Ainda não se convenceu? Então, olha esse book trailer lindo e deixe esse livro fazer parte da sua vida. 


Agora clique aqui e garanta o seu!

Beijos Literários!




[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] Do Éden à Luxúria - Ananda V.

Livro: Do Éden à Luxúria
Autora: Ananda V.



Sinopse: Um bar esquecido pelo tempo chamado Devil's Throat — o Gênesis da queda de Melissa Saccer, uma garota que tem sido atormentada por um pesadelo do qual não se recorda ao abrir os olhos. Há centelhas de memórias, passagens de um conto de Edgar Allan Poe, mas nada substancial que possa lhe ajudar.William, um forasteiro enigmático que se comporta como um cavalheiro inglês da época vitoriana. Quantos segredos ele esconde por trás da imensidão de seus olhos azuis?
Nessa jornada sombria e solitária que Melissa enfrentará, nada é como parece ser. A verdade, a mentira, o mal e o bem tem múltiplas faces, pontos de vista conflitantes. Esteja preparado para se apaixonar, mas, acima de tudo, esteja preparado para a queda.


[Impressões]

Em Do Éden à Luxúria, primeiro livro da trilogia O Círculo dos Imortais, somos apresentados à Melissa, uma jovem atormentada por um pesadelo do qual nunca se lembra ao acordar. São peças soltas de um quebra-cabeça que somente Melissa é capaz de montar. Será uma jornada solitária e sombria da qual ela não consegue escapar. 

Eu devo dizer que as minhas primeiras impressões desse livro são muito boas. A primeira coisa pela qual me encantei totalmente é a forma como Ananda escreve. É como ler uma mistura de bossa nova com gothic metal, um jeito poeticamente gótico de se expressar. Você consegue sentir a tensão nas palavras com um quê de maresia. Não sei se me entendem, mas sei que eu curti bastante essa pegada meio sombria e leve ao mesmo tempo. 


"E então reconheceu-se a presença da Morte Rubra. O trecho do conto de Poe ocorreu-me sem aviso, como um relâmpago atravessando a densa nuvem de minha confusão mental."

Os personagens parecem bem desenvolvidos e totalmente estruturados, com personalidades definidas. Melissa, a protagonista, tem aquele típico ar de que está sempre de mau humor, é introvertida e tem a personalidade muito forte. Apesar de toda essa pinta de badass, ela esconde uma confusão de sentimentos dentro dela. Sentimentos esses que ela não compartilha nem mesmo com sua amiga Megan, patricinha descolada e namoradeira. Ou seja, o completo oposto de Melissa. Ahh, sim, claro. Não poderia esquecer de William, o cara misterioso que se muda para o quarto ao lado do de Melissa (esqueci de mencionar antes que Melissa mora em uma pensão) e que aos poucos desperta o interesse da nossa protagonista. Ainda não sei bem o que falar dele. Não que não tenha nada que o defina, mas assim como para Melissa, ele ainda é uma incógnita para mim. 


"Sua presença me consumiu, preenchendo o espaço com a potência inebriante de sua aura."

Nas poucas páginas que a autora disponibilizou, fica muito evidente que existe algo de muito sobrenatural em Melissa. A jovem sofre desmaios constantes e que são, visivelmente, ligados a esse mistério que ronda sua vida. Tenho a impressão de que seja lá o que for que se passa com ela, pode ser bem perigoso, não apenas para Melissa como para quem está ao seu lado também. E algo me diz que esse William sabe muito mais do que aparenta.

Enfim, de um modo geral, o enredo parece ser ótimo e a trama cheia de suspense e fantasia. Se já prende a atenção nessas primeiras páginas, imagina o livro todo, não é mesmo?! Além disso, gostei das referências musicais e literárias presentes na história. Se você é como eu e gosta de Poe e de um bom rock, se joga, monamu!

Beijos Literários!

[MENINA LIBÉLULA] #PrecisamosFalarSobreDepressão #SouLibelula

Olá, seus lindos!

Hoje eu não vim aqui para falar de livros, mas para ajudar a autora e minha amiga Juliana Daglio em uma campanha sobre depressão.

Uma Canção para a Libélula foi o primeiro livro da Ju e ele fala exatamente de depressão, uma doença (infelizmente) desconhecida para muitos. Baseado nisso, ela criou essa campanha que consiste em receber diversos depoimentos de pessoas que sofrem ou sofreram de depressão e suas experiências com a mesma. Ahh, para aqueles que não sabem, a Juliana é psicóloga, ou seja, ela pode te ajudar de verdade. 


Por que eu decidi ajudar nessa campanha? Pelo simples fato de que eu sou mais uma na estatística daqueles que foram tocados por essa vilã. Então, nada melhor do que ajudar quem vive o que eu vivo. E se tem uma coisa que eu tenho certeza é que não estou sozinha nessa luta. 

Vou deixar com vocês meu depoimento. Quem sabe não incentiva você a nos contar a sua versão dessa vilã...

Foi depois de tentar tirar a minha vida pela primeira vez, com 16 anos, que eu fui diagnosticada com depressão severa. Não me pergunte como começou porque acho que nunca saberia te responder. Mas eu tinha essa sensação de que toda a felicidade que poderia habitar dentro de mim tinha sido brutalmente arrancada, de uma só vez, em um único puxão, como tirar um Band-Aid.

Eu não tinha vontade de fazer nada, tudo que eu mais gostava tinha perdido o brilho, não tinha mais graça. A vontade e disposição para continuar vivendo sumia cada vez mais rápido. As minhas forças já eram apenas um vislumbre na escuridão, e me isolei de tudo e todos, dentro do meu mundinho cinza e frio. Não pensem que me sentia bem nele, mas eu achava que era o único lugar ao qual eu pertencia.

Já não gostava de me olhar no espelho e meu humor mudava com tanta frequência que nem eu mesma me reconhecia mais. Passava as noites em claro e quando conseguia dormir, acordava várias vezes. Sentia dores no peito, falta de ar e um nó sufocante na garganta. E chorava, chorava escondida. Afinal, em frente aos outros, eu tinha que me manter com um sorriso no rosto sempre.

A terapia tinha um resultado que durava apenas um curto período de tempo. Logo, todos os sentimentos voltavam e com eles, a familiar pergunta: Pra que continuar vivendo assim? E foi com 17 anos que eu tentei suicídio pela segunda vez. Quando dei conta de que ainda estava viva, chorei. Mas chorei por não ser capaz nem de me matar. A vida era minha, não era? Não deveria eu ser capaz de tirá-la de mim, então?

A depressão me transformou em alguém miserável. Roubou meus sorrisos, pois não os tinha mais. Roubou até minhas lágrimas, pois era por ela que eu as derramava. Tornou meu caminho mais difícil e meus dias amargurados. Fez de mim uma pessoa rancorosa e cheia de mágoas. Tirou a ternura e a doçura que eu tinha no meu coração. Transformou minha alma em algo negro e sem vida.

Ouvi de muita gente que isso era frescura e que eu só precisava me ocupar com algo ou tentar me distrair para me animar um pouco. No fundo, não os culpo por tal pensamento simplesmente porque conseguiram escapar e não sentiram na pele como é exaustivo e árduo o tocar da depressão. Mas isso não me fez desistir de continuar lutando.

“Terapia é pra gente covarde que não sabe encarar os problemas de frente”, foi o que ouvi de um colega. Pensei durante alguns dias em cada palavra que ele disse até entender que NÃO. EU NÃO ERA COVARDE. Assumir que tem uma doença e procurar ajuda requer muita coragem. E se eu teria que viver nesse mundo, que fosse com muita coragem.

Hoje, tenho 26 anos. Ainda faço terapia, ainda tenho crises depressivas, ansiedade, oscilações de humor, insônia e muitas outras coisas. Mas eu sei que as mãos que um dia estavam atadas se fortaleceram e ainda permanecem na luta. Não me pergunte como começou porque acho que nunca saberia te responder. Mas eu tenho essa sensação de que toda a felicidade que poderia habitar dentro de mim é reconstruída a cada dia, aos poucos, pedaço por pedaço, como colocar um Band-Aid até cicatrizar.
 


E aí? Aumentou a coragem? Então, manda seu depoimento. Pode ser pessoal, pode ser a sua experiência convivendo com alguém que tenha a doença, pode ser uma mensagem de incentivo... Não se preocupe, pois se não quiser, seu nome não será revelado. Se não estiver pronto para falar disso ainda e apenas quiser ler os demais depoimentos, basta procurar nas redes sociais pelas tags #PrecisamosFalarSobreDepressão #SouLibelula ou acessar a página da Menina Libélula

Os depoimentos podem ser enviados para a própria fanpage ou se preferir, pode mandar para o e-mail aqui do blog: cafeclivroo@gmail.com
E se conhece alguém que tem depressão, mostra essa postagem para ela. Já é uma ajuda enorme!

Espero que tenham gostado e que tenha te ajudado de alguma maneira.
Beijos Antidepressivos!